Reflexologia: Mais que massagem

Todo mundo ama uma massagem nos pés não é mesmo ?? Mas você sabia que seus efeitos vão muito além que o simples relaxamento ?

Esta técnica chinesa de massagem nos pés, local onde se encontram pontos que correspondem aos órgãos vitais e regiões de todo corpo – como um mapa em miniatura do nosso organismo. A técnica baseia-se na livre circulação de Energia Vital, dado que a sensibilidade ou dor em algum ponto é um sinal de alerta, representando um desequilíbrio de energia.

Trata-se da arte de curar através do toque nos pés, seguindo o princípio de que todos os órgãos do corpo, inclusive o cérebro, estão conectados através de canais de energia, ativadas em pontos em nossos pés. Portanto, quando nossos pés estão cansados, assim está nossa mente e corpo.

Aplicando pressão nos terminais nervosos ocorre um estímulo reflexo de um órgão do corpo no Sistema Nervoso Central (SNC), que imediatamente inicia uma gama de atividades internas verificando o estado e o funcionamento do órgão que está sendo estimulado.

É uma terapia considerada alternativa, reconhecida pelo Ministério da Saúde, muito acessível, porém pouco conhecida, mas de grande eficácia. Tem grandes vantagens, pois não necessita de grandes gastos e espaços para ser realizada. Pode ser incorporada a outras terapias, como reiki, shiatsu dentre outras.

Objetivos

Preventivo; Identificar uma má função antes do seu aparecimento sintomático; Conservar o corpo saudável, relaxar corpo e mente.

Observação

Quem aplica a Reflexologia tem que ter uma sensibilidade apurada no toque, para perceber que quando uma pessoa relata dor nos pontos reflexo não quer dizer necessariamente que exista algum mal específico isto é um ponto de energia estagnada e quanto mais obstruído mais dor vai sentir. Porém é sinal de alerta, desse pedaço de órgão está em disfunção e no toque dá para perceber essa irregularidade.

Antes de iniciar a sessão de reflexologia recomenda-se aplicar um escalda pés para deixar a pessoa mais relaxada e os pés mais sensíveis ao toque.

Indicações da reflexologia podal

Indicada para pessoas estressadas, tensas, nervosas, com problemas de circulação sanguínea, problemas hormonais, diversos tipos de dores e desequilíbrio do sistema.

O estresse é a maior causa de doenças cardíacas, enxaqueca, dores musculares, nervosismo e depressão. Quando o estresse é tratado, o corpo se livra desses sintomas sem a necessidade de remédios químicos que só mascaram o problema e nos tornam dependentes.

Entre outras indicações comuns temos:

  • Prisão de ventre
  • Alteração da pressão arterial
  • Constipação
  • Dor na coluna
  • Labirintite
  • Inchaço nas pernas
  • Cálculos renais
  • Asma
  • Hipertensão
  • Colesterol
  • Tireoide
  • Inflamação
  • Equilíbrio de cálcio

Contraindicações da reflexologia podal

As contraindicações da reflexologia se aplicam em casos de pessoas com diabetes que apresentem machucados nos pés, pessoas em processos de alergia na pele ou dermatite local, pessoas que apresentam varizes expostas, trombose ou fraturas

Faça você uma automassagem

Verifique no mapa dos pés qual a área correspondente no corpo e siga as dicas de manobras que deixo pra vocês:

De preferência sentado, role uma bola de tênis no chão, sob a sola do pé, procurando massagear todas as áreas, incluindo os dedos. Vai sentir que alguns locais são mais dolorosos que outros.

Outro método, seria você sentado, faça massagem em um dos seus pés, com as duas mãos, em seguida, perceba onde estão os pontos doloridos no pé.

reflexologia podal

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Como identificar e prevenir o câncer de pele

 

 

pele

Quase todo mundo quer aproveitar um solzinho, as férias escolares para ir à praia nesse inverno carioca, e é então que lembramos de comprar um protetor solar…. Mas a verdade é que essa preocupação deveria ser diária,como escovar os dentes para evitar o câncer de pele.

O que é Câncer de pele?

O câncer da pele é o tipo de tumor mais incidente na população – cerca de 25% dos cânceres do corpo humano são de pele. O câncer de pele é definido pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Qualquer célula que compõe a pele pode originar um câncer, logo existem diversos tipos de câncer de pele. O dermatologista está na linha de frente na prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento do problema.

 

Os cânceres de pele podem ser divididos em câncer de pele não melanoma e câncer de pele melanoma. Dentre os cânceres não melanoma, há o Carcinoma basocelular(CBC) que é o mais frequente e menos agressivo, e o Carcinoma espinocelular ou epidermoide (CEC), mais agressivo e de crescimento mais rápido que o carcinoma basocelular. Aproximadamente 80% dos cânceres de pele não melanoma são CBC e 20% são CEC. Já o melanoma cutâneo, mais perigoso dos tumores de pele, tem a capacidade invadir qualquer órgão e espalhar pelo corpo. O Melanoma cutâneo tem incidência bem inferior aos outros tipos de câncer de pele, mas sua incidência está aumentando no mundo inteiro.

Tipos

Os cânceres são separados conforme as estruturas do corpo que eles acometem:

Carcinoma basocelular

O carcinoma basocelular é o tipo de câncer de pele mais comum, constituindo 70% dos casos – mas, felizmente, é o tipo menos agressivo. Ele leva esse nome por ser um tumor constituído de células basais, comuns da pele. Essas células começam a se multiplicar de forma desordenada, dando origem ao tumor. O carcinoma basocelular apresenta crescimento muito lento, que dificilmente invade outros tecidos e causa metástase. Esse câncer se parece com uma protuberância (nódulo) e é encontrado frequentemente nas partes do corpo que ficam mais expostas ao sol. O nariz é a localização mais frequente (70% dos casos), mas também pode ocorrer na orelha, canto interno do olho e outras partes da face. Quando o tumor é retirado precocemente, as chances de cura são altas.

Características:

  • Tem aparência perolada, como se fosse recoberto de cera
  • Pode ser branca, rosa claro, bege ou marrom
  • Sangra com facilidade
  • Se parece com uma ferida que não cicatriza
  • Pode formar crosta e vazar algum líquido.

Carcinoma espinocelular

O carcinoma espinocelular é o segundo tipo mais comum de câncer de pele, sendo responsável por cerca de 20% dos tumores cutâneos não melanoma. Frequentemente, o carcinoma espinocelular cresce nas áreas mais expostas ao sol, como couro cabeludo, orelha, pescoço e dorso das mãos, sendo mais predominante em pacientes a partir da sexta ou sétima década de vida. É comum na boca e pode ocorrer também nas membranas mucosas e genitais. Ele apresenta como uma mancha ou caroço (nódulo).  O carcinoma espinocelular se forma a partir das células epiteliais (ou células escamosas) e do tegumento (todas as camadas da pele e mucosa), ocorrendo em todas as etnias e com maior frequência no sexo masculino. Sua evolução é mais agressiva e pode atingir outros órgãos, caso não seja retirado com rapidez. Ele apresenta maior capacidade de metástase do que o carcinoma basocelular.

Características:

  • Mostra sinais de dano solar na pele, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade
  • Tem cor avermelhada
  • Tem aparência mais endurecida, com descamação e crostas no local, podendo vazar algum líquido
  • Tem crescimento rápido (em geral meses)
  • Se parece com uma ferida que não cicatriza.

Melanoma

O melanoma é tumor maligno originário dos melanócitos (células que produzem pigmento) e ocorre em partes como       pele, olhos, nas orelhas, no trato gastrointestinal, nas membranas mucosas e genitais. As áreas mais comuns são o dorso para os homens e os braços e pernas para as mulheres. Um dos tumores mais perigosos, o melanoma tem a capacidade de invadir qualquer órgão, criando metástases, inclusive cérebro e coração. Portanto, é um câncer com grande letalidade. O melanoma cutâneo tem incidência bem inferior aos outros tipos de câncer de pele, mas sua incidência está aumentando no mundo inteiro. Há diversos tipos clínicos de melanoma, como o melanoma nodular, melanoma lentigioso acral, melanoma maligno disseminado e melanoma maligno lentigo.

  • Uma mudança em uma mancha ou pinta existente
  • O desenvolvimento de uma nova mancha ou pinta bem pigmentada ou de aparência incomum em sua pele
  • Outras mudanças suspeitas podem incluir coceira, comichão, sangramento e a não cicatrização da área.

Outros

Há ainda outros tipos de câncer de pele mais raros que atingem outras células, como:

  • Tumor de células de Merkel
  • Sarcoma de Kaposi
  • Linfoma de cutâneo de células T (câncer do sistema linfático que pode atacar a pele)
  • Carcinoma sebáceo (surge nas glândulas sebáceas)
  • Carcinoma anexial microcístico (tumor das glândulas sudoríparas).

Fatores de risco

O câncer de pele tem como principais fatores de risco:

Exposição solar

Pessoas que tomaram muito sol ao longo da vida sem proteção adequada têm um risco aumentado para câncer de pele. Isso porque a exposição solar desprotegida agride a pele, causando alterações celulares que podem levar ao câncer. Quanto mais queimaduras solares a pessoa sofreu durante a vida, maior é o risco dela ter um câncer de pele.

Idade e sexo

O câncer de pele incide preferencialmente na idade adulta, a partir da quinta década de vida, uma vez que quanto mais avançada a idade maior é o tempo de exposição solar daquela pele. Também é um câncer que atinge homens com mais frequência do que mulheres.

Características da pele

Pessoas com a pele, cabelos e olhos claros têm mais chances de sofrer câncer de pele, assim como aquelas que têm albinismo ou sardas pelo corpo. Uma pele que sempre se queima e nunca bronzeia quando exposta ao sol também corre mais risco. Aqueles que têm muitas (pintas) espalhadas pelo corpo também devem ficar atentos a qualquer mudança, como aparecimento de novas pintas ou alterações na cor e formato daquelas que já existem. Pessoas com pintas ou manchas de tamanhos grandes também devem ficar atentas.

Histórico familiar

O câncer de pele é mais comum em pessoas que têm antecedentes familiares da doença. Nesses casos, principalmente se associado a outros fatores de risco, o rastreamento com o dermatologista deve ser mais intenso.

Histórico pessoal

Pessoas que já tiveram um câncer de pele ou uma lesão pré-cancerosa anteriormente têm mais chances de sofrer com o tumor. Caso a pessoa já tenha sido tratada para um determinado tipo de câncer de pele e ele retorna, o processo é chamado de recidiva.

Imunidade enfraquecida

Pessoas com o sistema imunológico enfraquecido têm um risco aumentado de câncer de pele. Isso inclui as pessoas que têm a leucemia ou linfoma, pacientes que tomam medicamentos que suprimem o sistema imunológico, ou então aqueles que foram submetidos a transplantes de órgãos.

Sintomas de Câncer de pele

O câncer de pele varia muito na aparência. Alguns podem mostrar todas as alterações citadas, enquanto outros podem ter apenas uma ou duas características incomuns. Por isso, como regra geral, qualquer novo sinal na pele ou mudança em uma pinta/mancha que já existia deve servir de alerta para procurar um dermatologista. É importante procurar um médico sempre que notar uma nova lesão, ou quando uma lesão antiga tiver algum tipo de modificação. Existe uma regra didática para os pacientes, chamada ABCDE, cujo objetivo é reconhecer um câncer de pele em seu estágio inicial:

  • Assimetria: imagine uma divisão no meio da pinta e verifique se os dois lados são iguais. Se apresentarem diferenças deve ser investigado
  • Bordas irregulares: verifique se a borda está irregular, serrilhada, não uniforme
  • Cor: verificar se há várias cores misturadas em uma mesma pinta ou mancha
  • Diâmetro: veja se a pinta ou mancha está crescendo progressivamente
  • Evolução: se a mancha tiver mudanças de cor, tamanho ou forma.

Prevenção

Cuidado com a exposição solar

É extremamente importante evitar a exposição solar sem proteção adequada para prevenir o câncer de pele. Para isso, é necessário adotar uma série de hábitos:

  • Usar filtro solar FPS no mínimo 30, diariamente. Reaplique-o pelo menos mais duas vezes no dia e espere pelo menos 30 minutos após a aplicação para se expor ao sol
  • Procure evitar os momentos de maior insolação do dia (entre 10h e 16h) e fique na sombra o máximo que você puder. O sol emite vários tipos de radiação, sendo os tipos UVA e UVB os mais conhecidos. Os raios UVB são os mais prejudiciais, responsáveis por aquela pele avermelhada, que fica ardendo, e sua concentração é maior nos horários centrais do dia, quando o sol está mais forte. Já os raios UVA são aqueles que deixam a pele bronzeada e oferecem menos risco
  • Além do protetor solar, use protetores físicos, como chapéus e camisetas

Conheça sua pele

Examinar sua pele periodicamente é uma maneira simples e fácil de detectar precocemente o câncer de pele. Com a ajuda de um espelho, o paciente pode enxergar áreas que raramente consegue visualizar. É importante observar se há manchas que coçam, descamam ou sangram e que não conseguem cicatrizar, além de perceber se há pintas que mudaram de tamanho, forma ou cor. O diagnóstico precoce é muito importante, já que a maioria dos casos detectados no início apresenta bons índices de cura.

Vá ao dermatologista

É importante que as pessoas com fatores de risco sejam acompanhadas por um dermatologista.

Quando for ao especialista você deve dizer a ele quais são as pintas que mais te preocupam. Ele fará uma análise em todos os sinais da sua pele usando um dermatoscópio (aparelho portátil que funciona como uma lente de aumento). Caso ele encontre uma lesão suspeita, poderá coletar um pouco de tecido para pedir uma biópsia ou então encaminhará você para um exame de dermatoscopia digital. Se o dermatologista não encontrar nada suspeito, você deverá continuar fazendo o acompanhamento anualmente, principalmente se tiver algum fator de risco.

O dermatologista provavelmente fará uma série de perguntas. Estar pronto para respondê-las pode otimizar a consulta e sobrará tempo para você tirar outras dúvidas. O médico pode perguntar:

  • Quando você começou a notar este crescimento da pele ou lesão?
  • Tem crescido significativamente desde que você o encontrou pela primeira vez?
  • É uma lesão dolorosa?
  • Você tem outros crescimentos ou lesões parecidas?
  • Você já teve um câncer de pele anteriormente?
  • Você foi muito exposto ao sol quando era criança?
  • Você se expõe muito ao sol agora?
  • Você está tomando ou já tomou algum medicamento?
  • Alguma vez você já recebeu radioterapia para outra condição médica?
  • Você já tomou medicamentos que afetam o sistema imunológico?
  • Há condições médicas significantes para as quais você foi tratado para, inclusive na sua infância?
  • Você fuma ou já fumou? Por quanto tempo?
  • Você toma precauções para se manter seguro do sol, tais como evitar horários de picos e usar protetor solar?
  • Você examina sua própria pele com que frequência?.

Tratamento de Câncer de pele

O tratamento mais indicado para o câncer de pele é a cirurgia para retirada do tumor. O dermatologista irá acompanhar o local de onde o câncer foi retirado, principalmente a pele no entorno, e cuidar para que o tumor tenha sido completamente removido e tratado.

Entretanto, algumas pessoas podem não ter indicação para cirurgia – no geral idosos com alguma comorbidade ou pessoas acamadas, que tem dificuldade de locomoção. Há outras situações em que a cirurgia somente pode não ser suficiente para a retirada total do tumor, ou que o comportamento deste possa pedir outras medidas. Nesses casos, o médico pode indicar outros tratamentos para erradicação do câncer de pele, que variam conforme o tipo.

 

Curta o carnaval com saúde

Março está chegando e, trazendo com ele, o tão esperado carnaval.
Veja como curtir todos os dias de folia com o pique lá em cima e sem detonar a sua saúde.

  1. Use camisinha: O preservativo é sempre o melhor método para evitar Doenças Sexualmente Transmissíveis e a gravidez. Optar por métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte, causam alterações hormonais e não previnem a contaminação de doenças
  2. Veja quem beija: A mononucleose infecciosa, conhecida como a “doença do beijo”, é transmitida, principalmente, dessa forma. Ela pode causar febre, dor de garganta e até problemas no baço e no fígado. A herpes labial também uma vez adquirida, será a sua companheira pela vida toda. Fique atento, ela só é transmissível enquanto estiver aparente.
  3. Evite os energéticos: essas substâncias são ricas em cafeína e, se consumidas em excesso, atrapalham o sono na hora de dormir, causam gastrite e sobrecarregam o organismo, podendo levar à arritmia cardíaca.
  4. . Mantenha a Hidratação: Para prevenir a desidratação causada pelo álcool e o excesso de transpiração, consuma muita água, sucos naturais de frutas, água de coco ou até mesmo bebidas isotônicas, que repõem os eletrólitos como sódio, potássio, magnésio e cloro perdidos. E durante o consumo de álcool intercale com um copo de água e coma alguma para manter a glicose estável no sangue. Dessa forma, os efeitos negativos, e até a ressaca, ficam mais brandos, evitando que você passe mal.

Aproveite a folia de maneira responsável, sem se esquecer de beber água, alimentar-se adequadamente e descansar o tempo suficiente para recuperação das energias

Como prevenir doenças do inverno

O inverno é a estação do ano marcada por diversas doenças e sintomas desagradáveis. Esse é o período com a maior incidência de alergias e doenças respiratórias, isso acontece porque elas podem ser causadas por micro-organismos, como vírus, fungos e bactérias, e pela tendência que as pessoas têm de ficarem aglomeradas em locais fechados para se protegerem do frio , facilitando assim a transmissão de tais agentes. As reações alérgicas também dão as caras no inverno, isso porque em ambientes fechados é possível encontrar vários estímulos alérgicos, causadas principalmente pelo tempo seco, pela baixa umidade relativa do ar.

Algumas doenças se agravam no clima seco e frio, como gripes, resfriados, dor de ouvido, asma, pneumonia, bronquite, rinite e sinusite.

Os infartos tb são mais comuns nesta época do ano, como explicou o cardiologista Roberto Kalil do Bem Estar

Durante o inverno, o número de infartos cresce, em média 30%. Os de AVC crescem 20%. Isso acontece porque o organismo faz de tudo para manter o calor interno do corpo. Assim, quando as terminações nervosas da pele se ressentem com o frio, o nosso metabolismo se prepara para evitar a perda de calor para proteger o funcionamento de órgãos vitais internos. Isso faz com que as paredes dos vasos sanguíneos que irrigam a pele se contraiam e o coração precisa fazer mais força para bombear o sangue.

As pessoas mais propícias a sofrer com estas doenças são as crianças e os idosos hipertensos, diabéticos, obesos, fumantes, por terem o sistema imune mais fragilizado precisam redobrar os cuidados no inverno.

E mesmo quem não pertence a esses grupos deve evitar a exposição prolongada ao frio intenso e o choque térmico causado pelas quedas bruscas de temperatura.

Manter os ambientes fechados no inverno é muito prejudicial para a saúde, pois essa condição facilita a proliferação de vírus e bactérias que contaminam as pessoas. Para se proteger das doenças de inverno é preciso ficar bem agasalhado, manter os ambientes arejados, consumir suplementos e frutas com vitamina C, não sair de casa com cabelos molhados e se alimentar bem. É importante tb arejar sempre a casa, pois o sol e o ar evitam que vírus e bactérias se proliferem. Para quem tem problemas respiratórios, é essencial manter as roupas de cama limpas, retirar o pó da mobília e limpar o chão com pano úmido.

Entre os cuidados nesta época do ano estão: beber muito líquido, tomar vacinas para evitar doenças de inverno, evitar banhos com água muito quente, evitar exposição prolongada a ambientes com ar condicionado quente ou frio. Para uma boa noite de sono, durma em local arejado e umedecido. Também é aconselhável evitar o consumo de bebidas alcoólicas e de cigarro.

Os principais cuidados são com:

Resfriado

Gripes e resfriados têm sintomas semelhantes, embora sejam doenças diferentes. O resfriado é causado por vírus como adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório, geralmente dura de quatro a cinco dias, mas pode se prolongar por até duas semanas, causando coriza, obstrução das vias respiratórias, febre baixa, espirros e dor de garganta.

Como tratar: O tratamento alivia os sintomas e é feito com analgésicos e antitérmicos. Para prevenir-se, é aconselhável lavar bem as mãos, além de descongestionantes e lavagem nasal para fluidificar e remover as secreções.

Gripe

É  causada pelo vírus influenza e, além dos sintomas do resfriado, causa febre alta e abrupta, dores no corpo e fadiga,sendo necessário a realização de repouso. Pode provocar complicações se não for diagnosticada e tratada corretamente.

Como tratar: O tratamento é feito com analgésicos, antitérmicos, repouso e hidratação. Para prevenir-se é aconselhável lavar bem as mãos e o nariz, evitar aglomerações e tomar a vacina anual.

 

Rinite Alérgica

 

A rinite alérgica é a inflamação da mucosa que reveste o nariz, causada por reação alérgica, que provoca sintomas como espirros, coriza e coceira no nariz, sintomas que podem durar de alguns minutos até vários dias. A substância que provoca alergia varia para cada pessoa, sendo, geralmente, o pólen de plantas, poeira, ácaros ou pêlos de animais.

Como tratar: esta doença é crônica e não tem cura, entretanto existem tratamentos que podem ajudar a tratar e controlar os seus sintomas, como anti-histamínicos, corticóides nasais e, principalmente, evitar o contato com as substâncias alérgicas.

 

 

Sinusite

A sinusite é a inflamação da mucosa dos seios da face, que são que são cavidades no crânio em torno do nariz, causando sintomas como dor na região da face, secreção nasal e dor de cabeça, e pessoas que já tem um grau de rinite alérgica têm maior tendência a desenvolver esta inflamação.

é a inflamação dos seios nasais,  Provocada por alergias ou infecções por vírus ou bactérias, causa dor de cabeça, pálpebras inchadas, nariz entupido, secreção nasal e dor nos olhos.

Esta doença é causada, principalmente por infecções virais, por vírus de gripes e resfriados, e por alergias, sendo somente uma pequena parte causada por bactérias.

Como tratar: costuma ser orientado pelo médico o uso de corticoides,anti-histamínicos, anti-inflamatórios, descongestionantes e lavagem nasal com solução salina, estando indicado o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção por bactérias.

Doenças mais comuns do inverno e como evitar

Pneumonia

A pneumonia acontece quando a inflamação e infecção das vias respiratórias atingem os pulmões, geralmente, causadas por bactérias, vírus ou, mais raramente, fungos. Os sintomas da pneumonia incluem tosse com catarro amarelo ou esverdeado, febre de cerca de 38ºC ou mais e calafrios, e, se a infecção for grave, pode causar também falta de ar, dificuldade para respirar e respiração ofegante.

Como tratar: o tratamento depende da causa, na maioria das vezes feito com antibióticos e analgésicos em casa, com orientação médica. Em casos mais graves, em que há sinais de alerta, como oxigenação do sangue prejudicada, confusão mental ou insuficiência dos rins, por exemplo, pode ser necessária internação para realização de remédios na veia ou uso de oxigênio.

Otite

É a infecção que costuma acontecer por vírus ou bactérias que infectam a garganta e migram até o ouvido. Esta infecção pode causar dor no local, febre e produção de secreção, e é mais comum em crianças.

Como tratar: geralmente, o médico orienta o uso de analgésicos, como Paracetamol ou Ibuprofeno, sendo feito o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção bacteriana.

 Asma

Crises de asma acontecem em pessoas predispostas, que têm doença inflamatória dos pulmões, e podem ser desencadeadas por fatores alérgicos, como frio e poeira, por exemplo. Estas crises são mais comum em crianças, apesar de também acontecerem em adultos, e causam sintomas como chiados no peito, falta de ar e tosse.

Como tratar: o tratamento é feito com orientações dos pneumologista, que pode envolver uso de broncodilatadores e corticóides, por exemplo.

 Meningite

A meningite é a infecção das membranas que envolvem o cérebro por vírus, bactérias, fungos e parasitas, e provoca sintomas que podem surgir de forma repentina, com febre alta, dor de cabeça forte, dores no corpo e vômitos.

É mais comum em crianças, entretanto pode acontecer em adultos, transmitida através do contato com gotículas de saliva do indivíduo contaminado através da tosse, espirro ou fala.

Como tratar: o tratamento depende do tipo de microorganismo causador, podendo ser o uso de antibióticos injetáveis, como Penicilina, analgésicos e anti-inflamatórios, orientados pelo médico.

Close up of mother taking her son’s temperature.
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No caso de sintomas de alguma doença, o médico deve ser procurado para que seja feito o diagnóstico correto e indicado o melhor tratamento para cada caso. Evite sempre a automedicação.